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Ouvidor

Perfil do Ouvidor

O servidor público que exerce a função de ouvidor tem de estar atento às reivindicações dos cidadãos. O ouvidor deve estar sempre pronto para ouvir e estabelecer a comunicação entre o órgão público e a sociedade. Essa parceria ocorre em prol da qualidade e eficiência do serviço público.

 

Ouvidor-Geral do Ministério da Fazenda (Ouvidor atual)carlos ouvidor.jpg

Carlos Augusto Moreira Araujo nasceu em 1961, no Rio de Janeiro. Em 1986 formou-se em economia pela Universidade Católica de Brasília. Com mestrado em economia pela Universidade Federal da Bahia e MBA em Administração Financeira pela Fundação Getúlio Vargas atuou amplamente no serviço público. A primeira experiência ocorreu como agente administrativo na Coordenadoria Parlamentar do Ministério do Desenvolvimento, da Indústria e do Comércio, no período de 1984 a 1986. 

 Ao longo da carreira, Araujo trabalhou em vários órgãos públicos:

  • Ministério das Comunicações 1989 a 1996
  • Ministério da Fazenda,  AFC na Secretaria do Tesouro Nacional, a partir de 1997
  • Rede Ferroviária 2001 a 2003 - participou da Comissão de Liquidação da Rede Ferroviária Federal e Ministério da Integração Nacional. 
  • ANTT 2004 a 2006
  • Ministério da Integração 2006/2007
  • Ouvidoria do MF 2007 - assumiu a Ouvidoria-Geral do Ministério da Fazenda com a proposta de manter a qualidade do trabalho que estava sendo desenvolvido e continuar com o compromisso de aprimorar os serviços prestados pelo órgão. 

 Cada um desses órgãos permitiu que Araujo aprendesse a mediar e conciliar as situações do cotidiano dos órgãos com as determinações legais vigentes. 

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Ouvidor-Geral do Ministério da Fazenda (2002  2007)Diniz Imbroisi.jpg

Diniz de Oliveira Imbroisi nasceu em 1946 em São João del-Rei, Minas Gerais. Concluiu o curso de Ciências Contábeis no Centro Universitário de Brasília (CEUB) e especializou-se em Engenharia Econômica. Ainda em terras mineiras, trabalhou na Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), antiga Centrais Energética de Minas Gerais.

Em 1971, Imbroisi veio para Brasília e continuou a atuar no setor energético, mas dessa vez na Companhia Energética de Brasília (CEB). No decorrer da carreira, desenvolveu atividades em outros órgãos públicos como na Companhia Brasileira de Alimentos (Cobal), na Sociedade de Abastecimento de Brasília (SAB), na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e no Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

Em 1995, ingressou no serviço público para o cargo de analista de finanças e controle da Secretaria do Tesouro Nacional (STN). No início de 2001, foi cedido para a Secretaria-Executiva do Ministério da Fazenda com objetivo de implementar a Ouvidoria-Geral do órgão.

Em 2003, passou a atuar como elo entre o ministério a Comissão de Ética Pública na supervisão da observância do Código de Conduta da Alta Administração Federal, no contexto fazendário. Imbrosi coordenou a Ouvidoria-Geral do Ministério da Fazenda de 2002 a 2007.

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