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Servidora aponta os desafios de se trabalhar no almoxarifado

O setor fornece materiais para mais de 50 unidades do Ministério da Fazenda no Distrito Federal

Por Kécia Pereira e Walder Galvão

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Membros da equipe do almoxarifado do edifício sede

Administrar o estoque, repor e adquirir novas mercadorias torna-se um grande desafio quando se trata de um órgão público. O local responsável por essa atividade é o almoxarifado. O dicionário o define como um depósito onde se guardam e se arrecadam objetos que pertencem a um estabelecimento público ou particular. Esse departamento é imprescindível dentro de uma instituição.

No Ministério da Fazenda cada estado tem uma Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda (SAMF) que exerce a função de compra e distribuição de materiais. Brasília conta com a maior SAMF do país que atende 54 órgãos. No Edifício Sede do Ministério da Fazenda, a servidora Maria Célia Silva Cavalheri trabalha há 22 anos na área e sabe a responsabilidade de desenvolver essa atividade.

“A gente está trabalhando com um bem publico, nada é nosso. Nós temos que zelar e muito bem por cada coisinha que está aqui”, disse Maria Célia. O almoxarifado compra de acordo com a demanda dos setores. Em alguns casos a solicitação diferencia-se do habitual, então um levantamento é feito com outras unidades do Ministério da Fazenda. Nessa situação o pedido é justificado e um retorno do órgão em questão se faz necessário.

O almoxarifado também encarrega-se de avaliar o tempo útil dos materiais. Um exemplo disso são os CDs que estão caindo em desuso por conta do avanço da tecnologia. O setor de patrimônio é responsável pela redistribuição dos materiais considerados obsoletos que são chamados de permanentes. Os permanentes quando não há possibilidade de devolução são encaminhados para doação.