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MF incentiva prevenção ao câncer de próstata

A doença tem até 95% de chance de cura se diagnosticada precocemente

Por Walder Galvão e Kécia Pereira

Ouvidores e palestrante novembro azul
Ouvidora-adjunta Adriana Ximenes, Ouvidor-Geral do MF Carlos Moreira Araujo e o Conselheiro do (Coren-DF) Ricardo da Silva

A Ouvidoria-Geral do Ministério da Fazenda (OGMF) e a Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração (SPOA) realizaram no dia 25 de novembro palestra em decorrência da campanha Novembro Azul.  A ação surgiu na Austrália em 2003 devido ao Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, que é dia 17 de novembro.

Com o intuito de promover a conscientização dos servidores do Ministério da Fazenda (MF), a Ouvidoria-Geral convidou o Conselheiro do Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal (Coren-DF) Ricardo Cristiano da Silva para conduzir a palestra. Silva abordou de forma didática as características da doença e ressaltou a importância de procurar um urologista. “A prevenção é o melhor tratamento para o câncer de próstata, e é essa conscientização que temos que colocar na população masculina”, alertou.

No Brasil o preconceito ainda persiste. Os homens relutam em procurar o médico. Essa atitude traz sérias consequências. Segundo Silva, por ser uma doença que não apresenta sintomas evidentes, a falta de prevenção leva a um diagnóstico em estágio avançado. Por isso, a necessidade de ir ao médico é importante.

Silva ainda adverte que a idade indicada para realizar os exames é aos 50 anos. Porém, em homens de etnia negra e em casos de reincidência da patologia na família, a idade cai para 45 anos. O câncer pode atingir quatro estadios. Descobrir a doença no início aumenta as chances de cura, desse modo prevenir  é essencial.

João Alvides Ferreira
João Alcides Ferreira

 

 

Quem perde um parente para a enfermidade sabe que é imprescindível visitar o urologista anualmente. É o caso do agente de vigilância João Alcides Ferreira de 62 anos que reconhece a importância dos exames preventivos e de ações como o movimento Novembro Azul. “Meu pai morreu com 74 anos de câncer de próstata, na época eu tinha 40 e comecei a fazer os exames”, contou.