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MF promove conscientização sobre o combate ao Aedes Agypti

Por Kécia Pereira

         

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Tatiana Mingote Ázara - foto cedida pela ESAF

           






O Governo Federal está empenhado em acabar com o transmissor das doenças Dengue, Zika e Chikungunya. Como a sede Escola de Administração Fazendária (Esaf) tem espaço bem amplo, o órgão convidou a bióloga da Coordenação-Geral do Programa Nacional de Controle da Dengue, Zika e Chikungunya Tatiana Mingote Ázara para esclarecer aos servidores e terceirizados como evitar a proliferação do mosquito. O evento aconteceu no último dia 05, em Brasília.

Antes de iniciar a palestra, o diretor-geral da Esaf, Alexandre Motta, contou que foi feita uma varredura na escola e a situação do que a equipe de vistoria descobriu é preocupante. “Os principais focos [do mosquito] que nós encontramos foram os copinhos de água. Antigamente, a gente podia dizer que essas pessoas eram mal-educadas, agora a classificação das pessoas que fazem isso já cai para o Código Penal, porque passam a representar uma ameaça à saúde pública”, revelou.

Tatiana alertou que o primordial é não deixar água parada, mas em casos de piscinas e caixas d’água o correto é vedar e vigiar frequentemente para verificar se tem foco do mosquito. A bióloga ainda esclareceu que nem todos os métodos acabam com o Aedes Aegypti. “A água sanitária não é suficiente para prevenir a postura dos ovos. Mesmo em água não tratada algumas fêmeas conseguem colocar os ovos”, ressaltou. O gênero do mosquito que pica e transmite a doença é a fêmea, por isso, tem de evitar que o inseto se multiplique.