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OGMF conscientiza servidoras sobre o Câncer de Mama

Por Kécia Pereira

Ricardo Cristiano da SilvaEm uma ação para promover o bem-estar e a campanha Outubro Rosa, a Ouvidoria-Geral do Ministério da Fazenda (OGMF) convidou o especialista na área de oncologia e membro do Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal (Coren-DF) Ricardo Cristiano da Silva para palestrar sobre o câncer de mama. Além da equipe da OGMF, a iniciativa contou com a participação das servidoras da Coordenação de Gestão de Pessoas (Cogep) e do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

A campanha começou há 20 anos nos Estados Unidos, no entanto, no Brasil ganhou força há menos de cinco anos. A doença assusta, para alguns ainda é um tabu e saber que é portador dela soa como sentença de morte. Por isso, a prevenção é indispensável. “Se diagnosticado precocemente, a gente consegue fazer um bom tratamento e, consequentemente, essa paciente vai viver muitos anos”, alertou Silva. 

A ocasião possibilitou aos participantes conhecer as diversas fases do câncer e a idade adequada para iniciar os exames preventivos. Silva explicou que o autoexame deve ser realizado sete dias após a menstruação. A ação deve ser feita em pé na frente do espelho e em seguida deve-se fazer o toque deitada. A mulher apalpa as mamas e axilas, olha o tamanho delas, verifica a textura e se sai algum líquido dos mamilos. 

O conselheiro do Coren-DF acrescentou que a enfermidade tem cinco estadios, do zero ao IV. Quando detectado no zero a chance de cura é de 95%. Essa porcentagem cai de acordo com o estadio. Silva ainda lembrou que por lei o atendimento à paciente com câncer deve ser iniciado em até 60 dias. 

As participantes avaliaram a palestra como positiva, visto que puderam tirar dúvidas e saber um pouco mais sobre a doença. As servidoras Natália Almeida, Valdinei Pereira e Maria Célia Lima gostaram da palestra e afirmaram que o palestrante abordou questões que elas tinham dúvidas. “A palestra esclareceu bem como o câncer acontece. A pessoa que está doente não pode desaminar, precisa lutar”, disse a copeira Nilda Azevedo.