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Dados Abertos

Entrevista com Rafael Pignatti responsável Plano de Dados Abertos do Ministério da Fazenda (PDA-MF) formato mp3
Transcrição do Áudio

Entrevista com Rafael Pignatti

Em 2007 teve como se fosse um congresso, lá nos EUA, em que houve a necessidade de abertura de dados e aí desse encontro que teve, saíram alguns princípios que são os pilares de Dados Abertos. Bom, o conceito de Dados Abertos é muito simples o conceito que é estruturado, então, um cidadão qualquer consegue fazer a consulta e trabalhar em cima de tabelas, vamos dizer assim, o dado está livre para a pessoa manipular da forma que ela quiser. E ela também não é proprietária, então assim, você tira um pouco a responsabilidade, então o órgão tem sigilo, então essa informação não pode ser público, dado aberto. Ele precisa ser um dado... ele é um dado sigiloso a gente tem a premissa de dados aberto é a gente não publicar dados sigilosos ou dados que sejam dados públicos.

Quais foram os desafios? 
A maior dificuldade que eu posso colocar você tem vários órgãos grandes dentro do Ministério da fazenda e você conseguir envolver e discutir, se não fosse a questão do Decreto 8777, a gente teria muita dificuldade, não falo dificuldade de diálogo, mas da necessidade do momento que a gente vive que o Ministério da fazenda é questão orçamentária e aqui a nossa prioridade é o orçamento o que for fora disso acho meio difícil colocar em pauta. Foi isso, mas quando veio o Decreto a gente relaxou, agora todo mundo vai ter que desenvolver. Fora isso, a questão do tempo, foi determinante pra gente essa data do dia 11 de julho pegou a gente de, a gente não teve tempo hábil de trabalhar intensamente com todos órgãos, você vê que a gente teve três reuniões e já conseguiu aprovação.  E o espaço entre elas foi bem pequeno. Foi, foi de 20 dias, do Decreto pra cá 60 dias, então assim, se estava se ia ou não, chegaram assim e disseram, você tem 60 dias para publicar. Então, assim a coisa foi muito difícil.